Stallone

Se a história é verídica ou não, não quis saber. Fala sobre Sylvester Stallone. Um lutador em todos os sentidos da palavra. Nasceu com uma paralisia facial o que lhe rendeu apelidos e bullying na infância. Em um ponto de sua vida estava tão pobre que roubou as poucas joias que sua mulher tinha e as vendeu. As coisas ficaram tão ruins que ele acabou morando na rua. Dormiu na estação de ônibus de Nova York por 3 dias.

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O Escudo de Braum

— Quer que eu conte uma história para dormir?

— Vovó, estou velha demais para isso.

— Nunca se é velho demais para ouvir uma história.

E Janna relutantemente sobe na cama e espera, já sabendo que esta é uma batalha perdida. Um vento frio uivava do lado de fora, transformando a neve em tufões gélidos.

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Escutar ou Ouvir?

Ah … Comunicação. Entender e ser entendido não somente é um artigo de primeira necessidade do ser humano, mas também uma forma do mesmo encontrar seu lugar na sociedade. Somos seres sociais. Temos aspirações, necessidades, vontades, desejos, e quanto mais temos, mais queremos externá-los. Recentemente, um amigo confidenciou-me alguns problemas pelos quais está passando. Um problema de outro. O outro tem um desejo. Do um desejo, sai uma vontade. Da vontade, uma ação que o prejudica. Da ação, um burburinho contido, que se espalha, e uma triste informação chega aos seus ouvidos. Reações diversas ao perguntar-se: E agora? O que devo fazer? Com quem devo falar? Em quem fui confiar? A ansiedade gera angústia, que é exasperada no ombro amigo, companheiro que empaticamente escuta as dores alheias e tenta auxiliar onde pode. 

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Excerto Primeiro

Uma frase atribuída a Freud é que o homem é dono do que cala e escravo do que fala. Podemos conhecer alguém durante uma vida e não descobrir em essência quem realmente está ao nosso lado, digo quanto aos anseios, desejos e aspirações mais profundas, caráter intrínseco e índole. Por outro lado, também podemos apenas encontrar alguém até então desconhecido e ter seu ser revelado de uma forma tão completa que qualquer troca de palavras se transforma em mera formalidade.

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Olá Mundo!

Faziam anos que eu postergava este projeto de espaço público. Eventos últimos mostraram-me que eu não vou durar pra sempre, que tempo é um recurso finito e que é melhor fazer do que procrastinar. Meu nome é Fernando Levy, e se estiver lendo esta ou futuras mensagens, não julgue-me pelas coisas que estiverem escritas aqui, nem pelo que eu faço ou deixo de fazer. A máxima do não me julgue está presente aqui [Algo me diz que se eu continuasse publicando no anonimato na internet, evitaria muita dor de cabeça pra vida – mas não quis assim]  Internet é esse lugar, esquisito, literário, democrático e em que cada um nesse mundo virtual acha que sabe mais do que o outro, onde julga-se o outro pelos próprios padrões, em que se esquece da individualidade humana e criando um tentativa fútil de nivelar o todo pelo um.

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